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Dias atrás o MST destruiu plantações de laranja que estão produzindo, gerando emprego e divisas ao país. Também destruíram casas, máquinas e equipamentos, como em todas as outras invasões promovidas por esse grupo tão ilegal que nem identidade jurídica possui. A cena, transmitida por todas as emissoras de televisão, pôde ser vista por todos os brasileiros.
Esta semana, cerca de 100 pessoas encapuzadas chegaram na madrugada de quarta-feira na Fazenda Rio Vermelho, no sul do Pará, com armas de fogo, foices e bandeiras do MST, e destruíram tudo o que encontraram pela frente.
Sete casas de funcionários foram depredadas, as janelas foram arrancadas, banheiros e cozinhas foram quebrados, móveis e eletrodomésticos destruídos e os mantimentos jogados pelo chão.
Nesta mesma semana o MST destruiu a Fazenda Maria Bonita, em Eldorado do Carajás, no Pará, pertencente à Agropecuária Santa Bárbara, que tem como um de seus sócios o banqueiro Daniel Dantas.
Nela queimaram tratores, destruíram currais e agrediram funcionários, além de já haverem abatido mais de 654 cabeças de gado nos últimos meses.
Quem está preso? Quem responde por esses atos criminosos?
Pelo que dizem as leis, funcionários dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, incluindo-se aí, por exemplo, o Presidente da República, a copeira da Câmara dos Vereadores do município e o Presidente do STJ, tendo sido eleitos, prestado concurso ou indicados, são funcionários públicos e, como tal, devem zelar pelo bom e fiel desempenho das funções para as quais foram incumbidos pelo povo, seu verdadeiro mandante.
Entretanto, vemos que o Legislativo cria leis frouxas, o Executivo nem assim as cumpre e o Judiciário se cala.
Por isso me pergunto: nessa história toda quem é o verdadeiro infrator? Com certeza essa é uma pergunta cabível no cenário brasileiro atual.
João Bosco Leal Brasileiro e Produtor Rural www.joaoboscoleal.com.br |